30 HORAS NA EDUCAÇÃO E CEINFS DO MUNICÍPIO: UM SONHO REALIZADO PELO SISEM

O dia 11 de maio de 2017, quinta-feira, foi um dia histórico para os servidores Administrativos da Educação e Ceinfs de Campo Grande:  o sonho de ter uma carga horária de 6 horas foi, finalmente, realizado pelo SISEM com a votação e aprovação unânime pelos vereadores na Câmara Municipal.

O ano era 2010, quando o novo presidente do SISEM, Marcos Tabosa, servidor concursado na Educação ao iniciar seu mandato, sonhou com uma carga horária de 6 horas para o pessoal Administrativo da Educação e Ceinfs como ferramenta de motivação para uma melhor prestação do serviço para a sociedade; maior qualidade de vida para si e sua família; diminuição do custo para o erário público sem perder a qualidade do serviço, dentre outros inúmeros benefícios para a municipalidade no setor da educação.

Com este sonho no coração, Marcos Tabosa criou o slogan “30 horas na educação”, estampando em inúmeros materiais gráficos, entre camisetas, panfletos, jornais, faixas, cartazes etc , iniciando uma jornada que foi concluída nesta quinta-feira, dia 11, quando a Câmara Municipal aprovou a lei que institui as 30 horas para os Administrativos da Educação e Ceinfs. Foram 7 anos tentando convencer o próprio servidor da educação que era possível conquistar este e outros sonhos para a categoria. “Podem tirar tudo em nossa vida, menos nossos sonhos”, disse Tabosa ao discursar na tribuna da Câmara Municipal.

Tabosa lembrou ainda que quando iniciou esta campanha e visitava as escolas disseminando a ideia na categoria, muitos não acreditaram ser possível, fazendo chacota e piadinhas de que era um sonho maluco, mas hoje reconhecem que sonhos servem para serem realizados. Outras ideias como e efetivação do profuncionário e bolsa alimentação também se realizaram como propostas na sua gestão. “Avançamos muito como categoria organizada, mas os sonhos não acabaram, precisamos continuar concretizamos outros sonhos”, disse ao enumerar outros projetos para a categoria como a incorporação ao salário do profuncionário; da bolsa alimentação; da insalubridade e o mais esperado, que é o tão sonhado Plano de Cargos e Carreiras no serviço público municipal de Campo Grande.

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