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Secretário de Saúde concorda com a readequação da carga horária dos ACS, ACE e ASP

Em reunião realizada na manhã desta terça-feira, 11 de julho, na SESAU (Secretaria Municipal de Saúde), entre o secretário da pasta, Marcelo Vilela e o presidente do SISEM (Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais), Marcos Tabosa, acompanhado do diretor William Rosa, um consenso foi definido entre a secretaria e o representante sindical: a readequação da carga horária dos ACS, ACE e ASP é possível e viável de ser concedida à categoria.

Sensível ao desejo dos servidores que atendem a população nas ações desenvolvidas pela Secretaria de Saúde, Marcelo Vilela ratificou o interesse da pasta que comanda em conceder o benefício, bastando apenas que o prefeito Marcos Trad (PMDB) entenda e concorde com a necessidade de valorizar esses importantes servidores da sua administração e promova a readequação da carga horária dos ACS, ACE e ASP.

A readequação da carga horária dos Agentes Comunitários de Saúde, Combate a Endemias e Agentes de Saúde Pública não significa diminuição da sua jornada de trabalho, mas um planejamento estratégico para torna-los mais eficiente no trabalho que realizam para a população, especialmente no controle aos vetores da dengue, Zika Vírus e Chikungunya. Além de atender os moradores de Campo Grande orientando e cuidando da sua saúde, os agentes precisam preencher fichas e relatórios que abastecem a Secretaria de Saúde com importantes informações que ajudam nas ações preventivas.

A readequação da carga horária seria justamente para definir este tempo que precisam para melhorar as informações repassadas aos órgãos competentes. Desta forma, o trabalho em campo seria de 06 (seis) horas e 02 (duas) para preencher os relatórios, sem prejuízo das metas estabelecidas pelo Ministério da Saúde. Além de mais eficiência no trabalho desenvolvido junto à população, a readequação da carga horária traria mais qualidade de vida a esses servidores.

 

Em eleição tranquila, filiados ao SISEM reelegem atual diretoria

Os funcionários e servidores municipais de Campo Grande filiados ao SISEM decidiram, nesta sexta-feira, dia 30, através eleições diretas e democráticas, reconduzir para mais um mandato no comando do sindicato, a atual diretoria presidida por Marcos Tabosa.

A eleição foi marcada pela lisura e transparência do pleito eleitoral, em que o associado teve a livre oportunidade de depositar nas urnas o seu voto, confirmando sua vontade de manter a atual diretoria no comando do sindicato, em função do seu trabalho que uniu as categorias organizadas e avançou significativamente na luta por melhores salários e condições dignas de trabalho, restabelecendo ainda a força dos servidores através de seu representante sindical. “Em unidade, os servidores municipais tem mostrado uma enorme capacidade de mobilização e por isso conquistou muitos benefícios”, disse Tabosa ao conhecer o resultado final da eleição.

Para realizar uma eleição do porte de um sindicato como o SISEM, uma grande força tarefa foi convocada pela comissão eleitoral empossada para conduzir o pleito. Sindicalistas de várias entidades laborais compareceram para participar desta grande festa democrática que são as eleições. Representantes do setor de transportes coletivos, urbanos e rodoviários, segurança pública (Polícia Civil) e privada (Vigilantes), enfermagem, telecomunicações e alimentação (padarias e frigoríficos), entre outros que garantiram uma eleição tranquila e pacífica.

Durante todo o dia, mais de 30 urnas estiveram coletando os votos dos associados em seus postos de trabalho espalhados pela cidade em órgãos públicos municipais possíveis. Além das urnas itinerantes, o associado também pode comparecer na sede do sindicato e ali realizar o seu voto, evitando desgaste com mobilização e garantindo que todos os associados depositassem na urna sua vontade de se manifestar nesta eleição.

Coletados todos os votos até às 16h, as urnas foram lacradas e trazidas para sede do SISEM, onde a comissão eleitoral realizou sua contagem. Por volta das 21h, os escrutinadores encarregados de apurar os votos terminaram a contagem que ratificou a vontade nas urnas dos associados e conceder a vitória da Chapa 1 – Da Luta Vem a Vitória, mantendo a atual diretoria no comando do sindicato.

SISEM cobra do governo na AL o repasse do Fundo Estadual para o Fundo Municipal de Saúde dos ACS e ACE

Agentes de saúde que trabalham em Campo Grande participaram da sessão plenária na última terça-feira (13/6) e pediram o apoio dos deputados estaduais na interlocução junto ao Governo do Estado. Comandados pelo SISEM (Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais de Campo Grande) eles reivindicam a regularização do repasse do Fundo Estadual para o Fundo Municipal de Saúde, que garante acréscimo no salário de cada um dos 2,4 mil agentes.

“São pelo menos R$ 137,00 a mais no salário, que corresponde a 14,55% do salário mínimo vigente”, informou o presidente do SISEM, Marcos Tabosa. Segundo ele, o Governo do Estado não repassa o recurso ao Fundo Municipal há quatro meses. “As famílias estão sendo feridas. Já fizemos a Via Sacra e a Assembleia Legislativa é o último lugar que viemos para pedir socorro”, reiterou.

O incentivo está previsto na Lei Estadual 4.841, de 14 de abril de 2016, de forma escalonada e com aumento gradativo. Servidores que cumprem os critérios previsto na lei, relacionados à produtividade no exercício profissional, devem receber incentivo estadual ainda maior, correspondente a 50% do salário mínimo. Tabosa lembrou que a destinação dos recursos ao Fundo deve ser prevista no Orçamento Estadual e avaliou como “irrisório” o impacto da destinação mínima de R$ 328 mil mensais ao Fundo Municipal.

“É um valor insignificante para as contas do Governo. Nós nos dedicamos muito combatendo a Dengue, a Zika, a Chikungunya. Fazemos o nosso melhor e queremos o que é nosso”, afirmou. Líder do Governo na Casa de Leis, Professor Rinaldo (PSDB) reconheceu que o Governo enfrenta dificuldades e se colocou à disposição para negociar o pagamento aos servidores. “Essa brutal crise financeira atingiu todo o nosso País, mas sabemos e reconhecemos a importância do trabalho que vocês realizam e sugerimos que seja paga uma parcela atrasada e uma atual, para que possamos regularizar essa situação em um curto espaço de tempo”, afirmou aos servidores. 

Dr. Paulo Siufi (PMDB) disse que a sugestão já havia sido apresentada ao secretário estadual de Fazenda, Marcio Monteiro, durante reunião da comissão de deputados que faz a interlocução na negociação para reposição salarial dos servidores estaduais. “O secretário nos disse que equacionaria tudo isso e nos daria um retorno, o que ainda não aconteceu”, informou. Ele também apresentou na mesma sessão projeto de lei que dispõe sobre a jornada de trabalho dos Agentes de Comunitários de Saúde, Endemias e Saúde Pública.

A proposta estabelece a jornada de 40 horas semanais, distribuídas em seis horas diárias de atividades de campo e duas horas para atividades complementares, como elaboração de relatórios. “Podemos aproveitar a interlocução com o Governo e já reivindicar o apoio para a aprovação dessa proposta”, completou. O projeto segue para apreciação da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), antes da votação em plenário. 

Gestão

Para o deputado Amarildo Cruz (PT), “é preocupante o rumo que nosso Estado está tomando”. “Já faz alguns meses que diversas categorias de servidores vêm a esta Casa para reclamar da gestão do Governo e isso não está certo. Para quem vive de salário, esse recurso a mais representa muito”, analisou, referindo-se ao repasse para os agentes de saúde. Ele informou ainda que apresentou, dia 10 de maio, requerimento solicitando informações a respeito dos repasses em saúde, mas ainda não recebeu resposta. Lídio Lopes (PEN) ressaltou a importância do trabalho realizado pelos agentes no combate a doenças. “São servidores que precisam ser valorizados e compete ao Estado cumprir o repasse previsto em lei”. 

Ao final da sessão, o líder do governo, deputado professor Rinaldo tomou para si a tarefa de agendar uma reunião com o secretário da Fazenda, Márcio Monteiro, junto com o deputado Paulo Siufi e o presidente do SISEM, Marcos Tabosa para encontrar uma solução definitiva que resultasse no pagamento do incentivo ao Fundo Estadual para o Fundo Municipal de Saúde o mais rápido possível, restabelecendo a tranquilidade na vida dos agentes de saúde de Campo Grande.

ELEIÇÕES SINDICAIS – Comissão Eleitoral publica inscrição de chapa

SINDICATO DOS FUNCIONÁRIOS E SERVIDORES MUNICIPAIS DE CAMPO GRANDE – MS

 

O Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais de Campo Grande – MS, por meio de sua Comissão Eleitoral, usando das atribuições do cargo estabelecidas no Estatuto e em específico pelo que determina o artigo 82, §1º do Estatuto da entidade, torna PÚBLICO que se encerrou o prazo para inscrição de Chapas no dia 07/06/2017 às 18h tendo sido requerido o registro de uma única chapa que se denominou: “Chapa 01 – Da Luta vem a Conquista” com os seguintes candidatos: DIRETORIA EXECUTIVA Presidente: Marcos Cesar Malaquias Tabosa; 1° Vice Presidente: Marlei Carvalho; 2° Vice Presidente: Willian Rosa de Freitas Santos; Secretário Geral: Andreia Garcia de Souza; 1° Vice Secretário: Andreia Cristina Ferreira Peralta; 2° Vice Secretário: Itagilda Alvarenga da Silva; Tesoureiro Geral: Dalva Gonçalves de Oliveira; 1° Vice Tesoureiro: Cristiane dos Santos Vieira; 2° Vice Tesoureiro: Rosimeire Victor da Silva; Diretor de Patrimônio: Gianfrancesco Portilho Morais; Vice Diretor de Patrimônio: Teresa Alves da Silva; Diretor Social: Sonia Maria de Almeira Vera; 1° Vice Diretor Social: Lidia da Silva; 2° Vice Diretor Social: Marcos de Oliveira. CONSELHO DELIBERATIVO Conselheiro Titular: Selma da Silva de Souza; Conselheiro Titular: Alaide Soares dos Santos; Conselheiro Titular: Alice Soledade da Silva; Conselheiro Titular: Iraci Lins da Silva; Conselheiro Titular: Damaris Correa Nunes; Conselheiro Titular: Kellen Velasques Barros; Conselheiro Titular: Elza de Lima da Silva; Conselheiro Suplente: Luciene da Silva Mendonça; Conselheiro Suplente: Lucimar Rufino Cavalcante Oliveira; Conselheiro Suplente: Maria Joze Barbosa; Conselheiro Suplente: Elenilson Pereira Alves; Conselheiro Suplente: Maria de Almeida de Oliveira; Conselheiro Suplente: Vaneide Imaculada Alves; Conselheiro Suplente: Marcia Oliveira de Santana. CONSELHO FISCAL Conselheiro Fiscal: Arlete do Nascimento Fernandes; Conselheiro Fiscal: Edison Rodrigues de Oliveira; Conselheiro Fiscal: Anezia Artusi; Conselheiro Fiscal: Mario Alves Correa; Conselheiro Fiscal: Nazaré Rodrigues dos Santos; Conselheiro Suplente: Avanira de Lima Gonzada; Conselheiro Suplente: Julio Sergio Vila Nova Machado; Conselheiro Suplente: Rosenir Alves da Silva; Conselheiro Suplente: Debora Stahl da Silva; Conselheiro Suplente: Neiva do Carmo Lima. Declara-se aberto o prazo para impugnação de candidaturas de 05 dias contados da publicação da relação nominal de chapas, consoante prevê o art. 85 do Estatuto, iniciando-se em 09/06/2017 e encerrando-se em 13/06/2017. O funcionamento da secretaria será das 12:00h até as 18:00h contínuas e ininterruptas inclusive em finais de semana e feriados durante este período.

 

Campo Grande/MS, 09 de Junho de 2017.

 Fábio Alex Salomão Bezerra

Comissão Eleitoral

 

SISEM CONVOCA ELEIÇÕES SINDICAIS

O presidente do SISEM (Sindicato dos Funcionários e Servidores de Campo Grande), Marcos Tabosa, no uso de suas atribuições legais e estatutárias publicou edital de convocação de eleição, que ocorrerá no próximo dia 30 de junho e 2017 para definir a composição da nova diretoria da entidade para os próximos 04 (quatro) anos.

De acordo com o edital publicado no Diário Oficial de número 4.899, do dia 29 de maio de 2017, poderá participar do processo eleitoral todos os servidores municipais filiados e em dias com suas obrigações estatutárias, conforme prevê o estatuto da entidade. O prazo para inscrição de chapas para concorrer ao pleito foi estabelecido entre os dias 29/05 de 2017 a 07/06/2017 e poderá ser feita na sede da entidade, localizada na Rua Otaviano de Souza, 58 – Monte Líbano, das 12h às 18h.

Para atender aos interessados e repassar informações sobre a eleição, o sindicato funcionará neste horário de forma ininterrupta, inclusive feriados e finais de semana, em claro sinal de respeito ao estado democrático de direito, onde todos possam participar do processo eleitoral e igual forma. Durante o período de inscrição de chapa, o sindicato disporá, na sede da entidade, de uma pessoa habilitada para atendimento, prestações de informações concernentes ao processo eleitoral e fornecimento do competente recibo de inscrição.

O SISEM é o maior sindicato de servidores públicos municipais de Mato Grosso do Sul e a eleição da nova diretoria é mais uma ação de fortalecimento da entidade que luta por melhores salários e condições dignas de trabalho. Por isso, a importância da participação de todos os filiados que desejam uma entidade representativa cada vez mais forte e atuante.

Com pagamento de 13º efetuado, Sisem pede extinção de ação contra Prefeitura

Com o pagamento do 13º salário feito pelo Prefeitura de Campo Grande, o Sisem (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais) entrou com pedido de extinção da ação que movia contra o então prefeito Alcides Bernal (PP) para que não houvesse escalonamento no pagamento.

Isso porque no final de 2016 o ex-gestor havia anunciado que o 13º salário seria pago de forma parcelada. Houve atraso e os servidores começaram o ano sem receber, mas como ainda não há decisão e o atual prefeito, Marquinhos Trad (PSD), concluiu a folha, não há mais motivo para dar sequência ao processo.

“Assim, diante do pagamento de décimo terceiro salário de todos os servidores antes  da decisão  proferida nestes autos, a parte autora requer a extinção do processo sem julgamento de mérito, nos termos do art.6º, §5º, da Lei 12.016/2009 c/c art. 485, inciso VI do CPC/2015, uma vez que perdeu objeto tutelado”, diz o sindicato.

Judiciário define nesta semana se valida aumento de servidores municipais

Sessão de julgamento foi adiada cinco vezes

 

Após adiar cinco vezes o julgamento sobre reajuste de 9,57% dos servidores municipais, aprovado pela Câmara Municipal em junho de 2016, o TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) decide nesta quarta-feira (1º) se defere ou não Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) ajuizada pelo ex-prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP). Ele foi contra o aumento salarial e, entre as justificativas, alega que o texto não poderia ser aprovado em período eleitoral.

Além disso, sustenta haver inconstitucionalidade na referida lei “especialmente no que tange ao impedimento do Poder Legislativo à iniciativa de lei para aumentar gasto com pessoal sem a respectiva cobertura financeira e orçamentária, razão por que deve ser suspensa a aplicabilidade da questionada lei até o julgamento final da presente ação”.

Pondera, ainda, que o comprometimento orçamentário ameaça a manutenção dos serviços essenciais à população. A Câmara Municipal, por sua vez, rebate dizendo que não invadiu competência do Executivo, apenas apresentou emenda que coincidia com o Projeto de Lei originário n. 8.256/2016, que veio acompanhado de estudo que demonstrava lastro financeiro para o aumento das despesas, “o que afasta a tese de ofensa ao Princípio da Separação de Poderes”.

Demora

O recurso seria julgado no dia 28 de setembro do ano passado, mas o desembargador Sérgio Fernandes Martins pediu vistas do caso, assim como Dorival Moreira dos Santos em 5 de outubro. Nos dias 19 e 26 do mesmo mês ele não compareceu à sessão por motivos de saúde.

No dia 30 de novembro, quando havia a 5ª sessão marcada, Dorival estava de férias e com a proximidade do recesso do judiciário, novo julgamento ficou para o dia 1º de fevereiro de 2017.

Impasse

Bernal chegou a vetar o projeto de reajuste anual dos servidores municipais, aprovado pela Câmara Municipal da Capital com índice geral a ser aplicado a partir do próximo mês de junho de 9,57%.

O chefe do Executivo chegou a enviar nova proposta à Casa de 2,79%, referente à inflação acumulada entre 1º de janeiro de 2016 a 31 de março do mesmo ano, depois estendendo o período até o final de abril, elevando o índice para 3,31%, mas novamente foi rejeitado pelos vereadores que mantiveram matéria aprovada por eles e agora questionada na Justiça pela Prefeitura.

Fonte: Midiamax

Diretoria do SISEM é recebida pela nova secretária de Educação, Ilza Mateus

O presidente do SISEM, Marcos Tabosa, acompanhado da secretária da entidade, Andréia Garcia e o assessor Gean, estiveram reunidos em audiência com a nova secretária de Educação Municipal, Ilza Mateus de Souza, nesta terça-feira, dia 10 de janeiro, para fazerem as apresentações e ao mesmo tempo manifestar o desejo de sucesso neste novo desafio, bem como explanar a nova secretária a situação funcional e profissional dos filiados daquela pasta.

Munido de uma mini pauta de reivindicação, Tabosa explicou a Ilza Mateus o sentimento dos servidores lotados na Semed com relação ao poder Executivo, onde o respeito e a valorização foram relegados a um segundo plano na ordem das prioridades para o setor no município. Enumerou ainda as dificuldades encontradas para o diálogo na gestão anterior e manifestou o desejo de que daqui para frente seja construída uma ponta direta com a direção da pasta para solucionar os inúmeros problemas cotidianos dos servidores da educação, que tem passado diariamente pelo sindicato, até então sem solução por falta desta abertura para o diálogo.

Na lista dos assuntos abordados pelo sindicato com a nova secretária, Tabosa cobrou o pagamento dos valores da última turma do profuncionário, bem como as verbas do projeto da Escola Viva, onde muitos servidores ainda não receberam as verbas remuneratórias. O presidente do Sisem pediu ainda que fosse dada prioridade na escala de horário para os concursados, especialmente nos Ceinfs e seu devido enquadramento. Entre os inúmeros assuntos discutidos com a nova secretária, Tabosa lembrou ainda o déficit de servidores que atuam na Educação e a necessidade de ampliar as 6h para os secretários escolares, bem como a criação destes cargos específicos para esta função.

Para a diretoria do Sisem, a reunião foi bastante produtiva e poderá avançar positivamente em favor dos servidores filiados, ficando pactuado com a nova secretária que todas as demandas surgidas serão discutidas diretamente com ela e as soluções encontradas conjuntamente, evitando desgastes políticos desnecessários, onde o diálogo e o bom relacionamento sejam praticados cotidianamente para o bom andamento das atividades desenvolvidas em prol de uma educação de qualidade e eficiente em Campo Grande.

SISEM realiza a primeira reunião institucional com o prefeito Marquinhos Trad

O presidente do SISEM (Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais de Campo Grande), Marcos Tabosa foi recebido, nesta última segunda-feira, dia 09, pelo novo chefe do Executivo Municipal de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD) para tratar de assuntos dos servidores municipais. Acompanhado da secretária Andréia Garcia, do advogado Perseu Honda, assessor jurídico do sindicato e dos assessores Palmir e Gean, Tabosa levou ao novo prefeito, algumas demandas que afligem a categoria, bem como enumerar os desafios que serão enfrentados nesta gestão.

Após enviar ofício solicitando audiência com o novo prefeito, Tabosa foi recebido no Paço Municipal, que contou ainda com a presença do secretário de Finanças, Pedro Pedrossian Neto, quando repassou ao novo gestor a situação dos servidores, enumerando suas dificuldades e desafios para desenvolver um bom trabalho para o município. Tabosa relembrou ao novo prefeito, a luta que teve com a gestão anterior para preservar direitos e valorização da categoria, bem como avançar em justos salários e boas condições de trabalho, mas que nunca se furtou de dialogar e buscar soluções para os problemas enfrentados pelos servidores. Esse mesmo diálogo que tentou na gestão passada e não conseguiu que espera construir nesta nova administração.

Bastante atento às colocações do presidente do SISEM na sua representação sindical, Marquinho Trad, disse das dificuldades que terá para reorganizar a vida funcional dos servidores, principalmente para consertar todas as disparidades e mazelas encontradas quando assumiu o comando do Executivo Municipal, mas que o diálogo e as boas relações serão perseguidos o todo tempo. Para ratificar sua intenção de bom relacionamento e parceria com o sindicato, a pedido de Tabosa, Marquinhos Trad destacou o secretário de Finanças, Pedro Pedrossian Neto para ser o interlocutor entre o SISEM e o Executivo Municipal. Desta forma, todas as demandas que o sindicato liderar, será primeiramente discutido com o Pedrossian Neto e depois repassado ao prefeito para finalizar.

Bastante satisfeito com a primeira reunião institucional com o chefe do Executivo Municipal, Tabosa, já deixou em suas mãos algumas demandas sindicais que requer urgência, bem como adiantou ao prefeito que em breve, enviará a pauta de reivindicação com vista a campanha salarial 2017, tão logo a categoria se reúna em assembleia geral e defina o que reivindicar e que mesmo diante da grave crise que a cidade e o pais enfrenta no campo da economia e da política, o servidor precisa ser respeitado com justos salários e condições adequadas de trabalho, pois independente de qualquer conjuntura que a cidade e o país viva atualmente, o serviço realizado pelos servidores continuam sendo essenciais para que a máquina pública funcione com qualidade e eficiência para a sociedade.

DIA HISTÓRICO PARA O SISEM – SISEM comanda duas mobilizações com os ACS e ACE que ficará na história

O dia 20 de agosto de 2015 ficará marcada na história do SISEM (Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais de Campo Grande), data em que o sindicato comandou duas grandes mobilizações contra dois poderes Executivos: o municipal e o estadual.

Decidido em assembleia geral por uma paralisação de advertência na quarta-feira, dia 19, os Agentes Comunitários de Saúde e os Agentes de Combates a Endemias não imaginavam que o dia 20 seria histórico para as categorias, pois estariam realizando a proeza de, num dia só, cobrar direitos prometidos pelos poderes Municipal e Estadual quase que simultâneamente e em dois locais distintos.

Como decidido na assembleia geral da quarta-feira, dia 19, a concentração aconteceu na confluência da Rua Bahia com a Av. Afonso Pena nesta quinta-feira, dia 20, à partir das 07h30, quando uma passeata aconteceria em direção a Prefeitura Municipal e ali cobrariam o prefeito Gilmar Olarte o cumprimento da promessa pela implementação da plataforma de cursos online para completar a carga horária e ainda proporcionar maior capacitação para melhor atender a população.

No horário combinado, os servidores seguiram para a frente da Prefeitura em marcha pacífica e com palavras de ordem, cobrando do Executivo Municipal o cumprimento da promessa feita no início do ano. Logo que chegaram na frente do Paço Municipal, o prefeito imediatamente desceu e conversou com as categorias, afirmando que aquela mobilização era justa e democrártica e que o pleito seria atendido imediatamente. Acompanhado do secretário de Administração Wilson do Prado, o prefeito Gilmar Olarte (PP) foi ovacionado e disse que as duas categorias eram “as meninas do olhos do prefeito” e todas as demandas e denúncias de perseguição nos postos de trabalho seriam investigados e punidos.

Com a promessa do prefeito de fazer os devidos encaminhamentos dos ACS e ACE, chegou ao conhecimento da categoria a notícia de que o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) estaria realizando naquele momento, a inauguração da reforma do Hemosul, há algumas quadras distante da prefeitura. De imediato, o presidente do SISEM, Marcos Tabosa, colocou em votação a intenção de deslocar todos os servidores para o local e ali também cobrar um direito prometido em campanha eleitoral.

A aprovação foi unânime e a caminhada até o Hemosul ganhou as ruas da cidade de forma pacífica e ordeira. Ao chegar ao Hemosul, os servidores se posicionaram em frente ao palanque e ali permaneceram até a chegada do governador. Respeitando os atos cívicos e religiosos organizados para o evento de inauguração , os servidores se comportaram com educação e esperaram a presença de Reinaldo Azambuja para cobrar a promessa de campanha.

A promessa feita pelo então candidato a governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, constituia em se, eleito fosse, com o apoio da categoria, aumentaria o valor do incentivo pago pelo estado, hoje em R$ 128,00, para meio salário mínimo. Passado as eleições e confirmada sua vitória para o governo do Estado, a categoria esperou que o governador cumprisse com sua promessa, o que até agora não aconteceu.

Após várias tentativas do SISEM em conseguir uma audiência com o governador ou algum representante para iniciar o diálogo e desta forma, conquistar a promessa feita em campanha, sem sucesso, a categoria perdeu a paciência e passou cobrar com mais força por uma postura mais contundente do representante sindical. Mesmo tendo realizado uma grande mobilização em frente à governadoria na semana passada, com a participação de agentes comunitários de saúde e endemias de Campo Grande e Dourados, nenhuma providência foi tomada pelo governador para aplacar a ira da categoria que se sentia enganada.

A cobrança dos agentes comunitários de saúde e endemias de Campo Grande ao governador Reinaldo Azambuja foi dura, a primeira do seu mandato, porém ordeira e pacífica e não contou com a participação de servidores da categoria de outros municípios, mas teve o irrestrito apoio deles para falar em seus nomes. De comum acordo, as categorias decidiram, por unanimidade, participarem de todas as agendas do governador na Capital e continuarem a cobrança de sua promessa de campanha até que seja cumprida.

Sisem homenageia o servidor municipal mais antigo da Capital: Jesuino da Silva Neto – 100 anos

O presidente do SISEM (Sindicato dos Servidores e Funcionários Municipais de Campo Grande), Marcos Tabosa prestou, nesta terça-feira, dia 04, uma grande e justa homenagem ao servidor municipal mais antigo e vivo de Campo Grande: Jesuino da Silva Neto, mais conhecido como “Barbosinha”, que no próximo dia 28 de agosto, completa um século de vida. A homenagem foi em forma de uma placa de agradecimentos pelos anos de serviços prestados à Campo Grande e por ser o servidor municipal mais antigo e vivo que se tem notícia no Estado.

A história de vida deste centenário servidor municipal é recheada de alegria e serviços prestados à Campo Grande, cidade que serviu até 1972, quando aposentou na gestão do prefeito Antonio Mendes Canale, atuando na função de jardineiro. Sua vida no serviço público municipal iniciou-se em 1953,  ainda na gestão do prefeito Wilson Fadul Filho.

Apesar de sua centenária existência, Jesuino da Silva Neto, ainda goza de grande faculdade mental, intelectual e física. Levanta todos os dias por volta das 05h da manhã para molhar suas plantas e exercitar o corpo e depois do café da manhã lê as notícias da cidade no jornal Correio do Estado e sem óculos e só vai dormir depois do Jornal Nacional, sem se preocupar com novelas ou assuntos que entristecem a alma.

Autor de uma grande família, Jesuino da Silva Neto construiu um legado familiar que hoje chega a quarta geração. É pai de 13 filhos; avô de 36 netos; bisavô de 42 bisnetos e já conta com 6 tataranetos. Uma vida altamente produtiva no sentido mais amplo da existência humana, sem levar em consideração que vive rodeado de todas essas gerações no seu dia a dia, apesar de estar viúvo há mais de 35 anos.

Dono de uma invejável memória, Jesuino faz ricos relatos de sua vida cotidiana da infância, juventude e agora na velhice. Criado até os 38 anos no lombo de cavalo, quando transportava gado através da comitivas, sua vida sempre foi muito regada sem grandes desperdícios com vícios, jogatinas ou noites sem dormir nos bares da vida com bebidas e mulheres. Apesar da tenra idade, Jesuino foi ao médico há mais de 4 anos, pois ainda não teve motivos para a intervenção médica. Não tem pressão alta, diabete e nenhuma outra patologia que requer cuidados. Nascido de uma família de 10 membros, apenas ele está vivo. Dos 13 filhos que teve com Zoraide da Silva Perez, falecida há mais de 35 anos, 9 ainda caminha ao seu lado, alegrando os seus dias e ampliando esta enorme família.

Nascido no município de Rio Brilhante em 28 de agosto de 1915, filho de paranaense com indígena, Jesuino vive em Campo Grande desde 1953 no mesmo local, na Rua dos Barbosas, onde sempre acompanhou a vida política da cidade, sem nunca ter se filiado a nenhum partido político, apesar de ser amigo pessoal dos ex-governadores Pedro Pedrossian e Wilson Barbosa Martins, por quem nutre grande admiração de homens públicos, que segundo ele, não existem mais.

Para celebrar a vida e esta importante data, a família do servidor municipal aposentado Jesuino da Silva Neto, se reunirá, no próximo dia 30 de agosto, para um almoço festivo, numa chácara  no Portal Caiobá, quando o patriarca completará 100 anos de vida com muita saúde e sabedoria.

Crise financeira leva Prefeitura a parcelar folha de pagamento de servidores

Mais de 25 mil servidores receberão os salários até 21 de agosto

A folha de pagamento de julho dos servidores municipais de Campo Grande será paga em parcelas ao longo de agosto. O anúncio foi feito nesta terça-feira (14) pela Prefeitura, alegando crise financeira para pagar todos os salários até o quinto dia útil.

Segundo o secretário adjunto da Seplanfic (Secretraria Municipal de Planejamento, Finanças e Controle), Ivan Jorge, não há receita suficiente para pagar todos os funcionários de uma vez. “Não tenho um número fechado, então prefiro não me arriscar”, disse ele quando questionado sobre o custo da folha.

Os pagamentos serão feitos de forma escalonada. Ou seja, os 25.470 servidores municipais receberão os salários referentes a julho entre o dia 7 e 21 de agosto, de acordo com a remuneração dos trabalhadores. “Vamos pagar primeiro os que recebem menos e, na sequência, os que recebem mais”, explica Ivan Jorge.

Ao todo, a Prefeitura conta com 20 mil servidores que recebem até R$ 3 mil. Eles terão o pagamento efetuado no dia 5 de agosto, com liberação até o dia 7 – o HSBC, instituição por onde é feito o pagamento, pede até 48 horas para compensar os valores nas contas.

Os 3.300 trabalhadores que ganham acima de R$ 3 mil e até R$ 5 mil terão o salário depositado em 12 de agosto. O valor deve ser disponibilizado na conta até o dia 14.

Os 1.073 servidores que ganham acima de R$ 5 mil e até R$ 7 mil terão a remuneração efetuada no dia 17 de agosto, com liberação no dia seguinte. Os outros 800 trabalhadores que recebem acima de R$ 7 mil vão ter o salário depositado no dia 18, a ser liberado até o dia 21.

Segundo o secretário adjunto da Sepanflic, a medida foi tomada após conversas com o presidente do Sisem (Sindicato dos Servidores e Funcionários Municipais de Campo Grande), Marcos Tabosa, na semana passada. “Foram duas reuniões com o sindicato ponderando as condições financeiras da Prefeitura, e chegamos neste acordo. Vamos pagando conforme receberemos as receitas do Município”, afirma.

“Ninguém gostaria de ter o pagamento parcelado, porque representa às suas famílias. Não foram fáceis as negociações. Alguns receberão depois do quinto dia útil a contragosto do sindicato. Fizemos a defesa do servidor par manter o diálogo aberto”, justifica Tabosa.

Ainda durante a coletiva para explicar o pagamento dos servidores no próximo mês, o secretário adjunto da Sepanflic destacou que a Prefeitura precisa reduzir em R$ 10 milhões os gastos com folha de pagamento. Até o momento não é possível informar se a medida de escalonamento será adotada em setembro quando os funcionários receberão o pagamento referente a agosto.

Fonte: Midiamax

HISTÓRIA – ACS vai assumir gerência de Posto de Saúde em Campo Grande

A agente comunitária de saúde, Katia Adriane Cruz dos Santo, está fazendo história no serviço público minicipal de Campo Grande ao ser a primeira ACS a ser indicada para gerenciar um posto de saúde numa capital que se tem notícia na história da categoria.

Apesar de ser uma categoria que conhece a realidade da saúde da população, por estar todos os dias dentro das residências das pessoas, ouvindo e vendo suas necessidades, somente agora acontece a indicação de uma agente para comandar o serviço num posto de saúde.

A informação foi divulgada pelo secretário de Saúde, Jamal Salem, justamente numa assembleia geral da categoria, que aconteceu, no dia 11 de julho, na sede do SISEM (Sindicato dos Servidores e Funcionários Municipais de Campo Grande), onde acontecia também o anúncio de outra grande conquista, que foi o fim da necessidade dos agentes terem de ir às unidades de saúde às sexta-feiras à tarde e ainda o planejamento de ações contra o governo do Estado pelo pagamento de meio salário, prometido à categoria durante campanha eleitoral.

Há 10 anos atuando no serviço público municipal como Agente Comunitária de Saúde na UBSF Vida Nova, Katia Adriane tem 32 anos, casada, mãe de dois filhos e recentemente formada em Serviço Social, uma das qualificações necessárias, entre outras, para poder gerenciar uma unidade de saúde. A sua área de atuação tem aproximadamente 850 pessoas e Katia atendia cerca de 170 famílias/mês.

Para o presidente do SISEM, Marcos Tabosa, a indicação da agente comunitária de saúde, Katia Adriane para gerenciar uma unidade de saúde é o reconhecimento do esforço que a categoria realiza pela saúde de Campo Grande. “Nenhum servidor municipal conhece melhor a realidade dos municípes do que os agentes comunitários de saúde, em função da convivência, da relação interpessoal e a amizade que se constrói ao longo dos anos, portanto sabe profundamente a necessidade de cada família e a melhor forma de atender”, disse Tabosa, elogiando a iniciativa da Secretaria de Saúde em nomear uma profissional do ramo que conhece a necessidade das pessoas.

Katia Adriane ainda não tem designação de qual unidade de saúde vai gerenciar, aguarda apenas o remanejamento dos diretores com relação à férias, aposentadorias, etc, mas afirma que para pleitear uma posição melhor na vida, precisou se esforçar muito em buscar conhecimento através de uma formação acadêmica e cursos técnicos, demonstrando com essa atitude que é possível conquistar novas posições e objetivos com vontade e dedicação.

ACS e ACE lotam Câmara e vereadores aprovam a tabela salarial da categoria

Mais de 1.200 Agentes Comunitários de Saúde e de Agentes de Combate a Endemias realizaram manifestação, na manhã desta quinta-feira (21), no plenário da Câmara Municipal de Campo Grande pela aprovação da tabela salarial da categoria, enviada pelo Executivo Municipal, há pelo menos um mês, mas que estava travado para votação pelos vereadores. Com a aprovação da tabela, aproximadamente 1.700 servidores serão beneficiados com a progressão do salário em detrimento ao tempo de serviço na atividade.

Discutido e aprovado junto ao Executivo Municipal sobre a necessidade de implantar a tabela progressiva do salário dos agentes comunitários de saúde e endemias, o projeto foi enviado pelo prefeito Gilmar Olarte (PP) para aprovação dos vereadores e prevê a adoção de escala nos salários da categoria, que atualmente é de R$ 1.014. “A tabela vai corrigir uma grande injustiça que os servidores mais antigos vinham sofrendo na função, pois recebem igualmente aos servidores em início de carreira, mas que com a aprovação da tabela vão ter direto a receber até R$ 1.334 por mês”, comemora Tabosa.

Todos os 364 lugares do plenário foram ocupados pelos agentes e centenas aguardaram do lado de fora. No entanto, devido a um problema no ar-condicionado do Legislativo Municipal, só mais 150 foram liberados para ficar nos corredores. O projeto, de autoria do Executivo, passou com 24 votos favoráveis e nenhum contra. A tabela criada traz oito faixas salariais, em valores que variam de R$ 1.014 a R$ 1.334,35. A Prefeitura já paga atualmente o piso, mas em forma de complemento e, agora, o valor será aplicado na base salarial, garantindo aumento de renda principalmente aos servidores com mais tempo de casa.

Os vereadores também aprovaram emenda ao projeto, garantindo a inclusão dos Agentes de Saúde Pública (ASP). Ao ocupar a tribuna da Câmara, o presidente Marcos Tabosa pediu que o adendo fosse rejeitado, por se tratar de verba federal carimbada, onde não contempla a categoria dos Agentes de Saúde Pública, sendo assim, qualquer emenda seria inconstitucional. O sindicato tem a responsabilidade de praticar um sindicalismo de resultado, não de criar uma falsa sensação de bem-estar. Mesmo criticado pelos ASP, o presidente Marcos Tabosa manteve sua posição.

OBJETIVO ALCANÇADO

O objetivo do SISEM foi comemorado pela categoria com a aprovação da tabela, porque corrige uma grande distorção na remuneração dos ACS e ACE mais antigos ao mesmo tempo que estabelece uma nova ordem econômica e financeira na remuneração da categoria, que sistematicamente vem conquistando, de forma organizada, importantes benefícios no serviço público municipal.

A gestão “as pessoas em primeiro lugar” aterroriza o servidor municipal: medo e incerteza

O medo e a desconfiança já fazem parte do cotidiano do servidor municipal na gestão do prefeito Alcides Bernal (PP), que prometia em sua campanha populista humanizar e valorizar o servidor municipal. O que era bonito ficou feio e o que era esperança, virou desespero.  Há 16 anos os servidores municipais recebem o pagamento no 1º ou 2º dia útil de cada mês. No primeiro pagamento da nova administração, mais uma triste e desagradável surpresa da gestão “As pessoas em primeiro lugar”: só no 5º dia útil, ou seja, no dia 7 de fevereiro. O salário, ao contrário dos outros anos, ainda não foi pago pela Prefeitura de Campo Grande. “O medo e o terror já é uma realidade na vida do servidor municipal. Ficamos surpresos como mais esta ação do Bernal. Estamos apreensivos e preocupados com o que poderá vir pela frente”, afirma Marcos Tabosa, presidente do SISEM (Sindicato dos Servidores Municipais de Campo Grande) e diretor financeiro da UGT – União Geral dos Trabalhadores.

Em dezembro de 2012, a folha de pagamento da Prefeitura era de R$ 62 milhões para 18,5 mil pessoas. Desses, 15 mil são concursados. Para 2013, o aumento do salário de prefeito para R$ 20 mil, concedido pelos vereadores à revelia de Alcides Bernal (PP), deve encarecer a folha em mais meio milhão. Quem define quando será liberada a folha de pagamento é o prefeito, afirma o titular da Seplanfic (Secretaria de Planejamento, Finanças e Controle), Wanderley Ben Hur, que aliás, define tudo o que acontece na prefeitura. Portanto, tudo de bom ou de ruim que acontecer no Executivo é de responsabilidade do próprio prefeito, que assumiu essa prerrogativa se medo.

Para quem trabalha os dias a mais sem salários provocam reclamação. “Um dia, dois dias a mais faz diferença”, relata uma servidora, lembrando que a situação faz diferença, por exemplo, para pagar contas atrasadas em que há juros.

O Sisem está em alerta e preparado para mobilizar toda a categoria caso os vencimentos não sejam pagos até quinta-feira. A assembléia geral dos administrativos da Educação e servidores da Casa do Cidadão, realizada no último dia 31, definiu uma paralisação de advertência no dia 18. Caso o salário com os respectivos abonos cortados pelo prefeito não sejam pagos, a greve começa dia 21. De acordo com Tabosa, será cobrado o pagamento na íntegra, incluindo as gratificações para os administrativos da Educação e servidores da Central do Atendimento do Cidadão. O grupo com 450 pessoas denuncia que a folha foi fechada em 22 de janeiro, sem os abonos, que vão de R$ 150 a R$ 300.

Na expectativa de que tudo seja resolvido e a administração municipal entre definitivamente no rumo certo, o presidente Marcos Tabosa continua afirmando que o sindicato não faz oposição ao novo prefeito por questões partidárias, políticas ou qualquer outra coisa, pois não tem vínculo com ninguém, a não ser com o servidor. Sua intransigente oposição é contra a retirada de direitos do servidor, que está assustado e abalado com as surpresas empregadas nesta gestão, possivelmente fruto da inexperiência ou má assessoria do prefeito, mas continua aberto ao diálogo para discutir uma política de melhoria do serviço público municipal.

Sisem pede e Bernal continua Projeto 8 horas por metas para os Agentes Comunitários de Saúde

Mais uma grande vitória foi conquistada pelo Sisem na defesa dos servidores municipais, em especial os agentes comunitários de saúde, que lutavam para continuar nesta nova gestão com o Projeto 8 horas por metas, que há 11 meses vinha sendo executado com ótimos resultados.

A confirmação foi feita na noite desta quinta-feira, dia 10, em assembleia geral da categoria na sede do sindicato, pelo secretário de Saúde, Ivandro Corrêa Fonseca na presença dos agentes que estão executando o projeto em mais de 20 PA (Ponto de Apoio) de várias partes da cidade. Além do secretário de Saúde, participaram o líder do prefeito na Câmara Municipal, Alex do PT, do Ouvidor Municipal, Ulisses Duarte e do gerente geral da crise para a dengue, Dr. Vitor.

O projeto 8 horas por meta foi instituído pelo Sisem no início de 2012 na gestão anterior e passou a ser executado através de um acordo político com o então secretário de Saúde, Leandro Mazzina como um projeto piloto. O primeiro PA a receber a iniciativa foi bairro Universitário, com 45 agentes. O sucesso obtido inicialmente foi a ponta de partida para sua expansão para outros 20 PA durante todo o ano, estando atualmente sendo executado por cerca de 600 agentes comunitários de saúde.

Com a mudança de governo e de filosofia de trabalho, o projeto chegou a ser suspenso por ordem do novo secretário de Saúde, em função de não haver sido homologado pela gestão anterior, causando pânico e apreensão daqueles agentes que já vinham executando com sucesso a iniciativa do sindicato, que trouxe humanização ao servidor que atua no campo, melhorando substancialmente o atendimento à população, diminuindo sistematicamente a quantidade de atestado médico, proporcionando ao poder público municipal conquistar prêmios num setor considerado delicado que é o da saúde. Desde que o projeto foi instituído, as comunidades atendidas testemunham uma qualidade superior ao preconizado pelo Ministério da Saúde.

Diante do dilema de ver suspenso um projeto que vinha dando resultados positivos, cujos números foram coletados pela gestão anterior como altamente favorável, o presidente do Sisem, Marcos Tabosa saiu à campo discutir com os novos gestores a continuidade do projeto. Inicialmente, teve muita dificuldade para explicar ao novo secretário de Saúde os benefícios para a população e dos próprios servidores a continuação do projeto. Como não se chegava a um consenso entre a continuidade e o fim do projeto, o Sisem convocou uma assembleia para deliberar com a categoria uma posição sobre a postura do novo gestor, mas uma reunião com os técnicos da Secretaria de Saúde, que durou mais de três horas com a participação do gerente geral da crise da Dengue, um acordo foi firmado para que o projeto fosse prosseguido por um período de três meses e diante dos dados levantados seria ampliado para os outros 48 PA que ainda não está participando do projeto.

A confirmação da continuação do projeto foi feita minutos antes da assembleia geral pelo próprio prefeito Alcides Bernal, que ouviu do presidente do Sisem, Marcos Tabosa, todas as explicações sobre os benefícios da iniciativa, que vai de encontro com a postura da nova gestão que é o de humanizar o serviço público municipal para que a população tenha um atendimento realmente de qualidade, que passa por um servidor motivado e respeitado na sua posição de servir. Após ouvir as considerações do presidente Tabosa, o prefeito Alcides Bernal deu o seu parecer favorável para que o sindicato continue mantendo o projeto 8 horas por metas e dentro de três meses uma nova reunião definirá sua continuidade para outros Pontos de Apoio da cidade.

Ao ser recebido ovacionado pelos agentes comunitários de Saúde que estão no projeto na sede do sindicato, o secretário de Saúde Ivandro Fonseca disse da sua satisfação de poder determinar a continuação do projeto e pediu maior participação dos agentes para vencer a dengue na Capital. Já o presidente Tabosa lembrou aos presentes da responsabilidade na condução do projeto para que dentro do prazo determinado pela Secretaria de Saúde, a avaliação até agora positiva, continue mostrando aos novos gestores que o Projeto 8 horas por metas é realmente uma grande idéia que vai revolucionar o serviço público municipal em Campo Grande, na medida em que mantendo os resultados apresentado, o mesmo projeto possa ser estendido para outros setores da municipalidade, o que vai certamente melhorar a qualidade de vida dos servidores e desta forma qualificar o atendimento à população.

2012 – um ano de lutas e de conquistas

Ao finalizar 2012, a direção do SISEM – Sindicato dos Servidores Municipais de Campo Grande realiza um balanço de suas atividades e contabiliza na luta de sua representação sindical, inúmeras vitórias a favor do servidor municipal, mesmo diante das enormes dificuldades que enfrenta atualmente para administrar a entidade, especialmente agora que vamos iniciar 2013 sob novo comando no Executivo Municipal, que muda não somente a forma de administrar a cidade, mas no conjunto de forças que há muito tempo não se via, deixando o servidor com uma grande interrogação na cabeça sobre como será o serviço público municipal daqui para frente.

O presidente do SISEM, Marcos Tabosa enxerga com bons olhos esse novo quadro político no Executivo Municipal, especialmente pelas promessas feitas pelo prefeito eleito durante a campanha eleitoral de valorizar o servidor público em Campo Grande. Mesmo assim, como representante sindical tem visitado os postos de trabalho de todos os setores e levado ao servidor a palavra da “unidade para avançar”, lembrando ao servidor que foi através da luta e da mobilização que o sindicato saiu do completo abandono por quase 20 anos e hoje é uma importante e forte ferramenta sindical de conquistas da categoria.

Foi através desta unidade que o sindicato se fortaleceu, adquiriu sua sede própria, conseguiu nos últimos acordos de trabalho, os melhores índices salariais, sendo o último um dos melhores de sua história e o mais importante, conseguiu ecaminhar o tão sonhado Plano de Cargo e Remunerações, que vai nortear a vida do servidor nos próximos anos. Infelizmente, o atual prefeito deixou de fazer parte desta história ao delegar ao novo mandatário, o poder de assinar e de implantar este plano, há muito tempo esperado pelos servidores.

Mas os avanços não foram apenas no campo da representação sindical e de aumento de salários para os servidores. Todos os setores da municipalidade foram atendidos pelo sindicato com algum benefício específico. Servidores da Saúde, Educação e Administrativos, em todos os níveis, receberam atenção do sindicato para resolver ou encaminhar suas dificuldades na execução de trabalho ou de bem estar nos postos de trabalho na Capital.

O cotidiano do presidente Marcos Tabosa nos últimos tempos tem sido o de andar pelos postos de trabalho para ouvir do servidor seus anseios e necessidades e desta forma representá-los junto às estâncias cabíveis, cobrando das chefias e mesmo dos secretários municipais soluções para cada situação, fazendo chegar aos locais adequados, a voz do servidor, que na ponta da administração municipal, realiza o primeiro contato com a população e por isso mesmo sofre as primeiras pressões por um serviço público eficiente e de qualidade.

Nesta gestão, o sindicato realizou centenas de reuniões e assembleias com os servidores públicos, sejam gerais ou específicos de cada setor, para tratar de assuntos de seu estrito interesse, criando um ambiente favorável e habitual no setor público, de encaminhar resoluções em unidade, levando informações e ouvindo reivindicações para apontar um caminho seguro e justo na execução de serviços de qualidade para a comunidade campo-grandense. O reconhecimento deste trabalho pode ser notado pela quantidade de prêmios que o atual prefeito recebeu como um administrador moderno e eficiente, mas deixando de mencionar que quem permitiu ganhar esses prêmios foram os servidores, que mesmo não recebendo ainda uma justa remuneração, realizam um trabalho muito bom. Imagine como será esse serviço quando for mais respeitado e receber um salário realmente digno pelo trabalho que executa?

O SISEM tem feito, através do seu presidente, uma legítima e eficiente representação sindical e mesmo recebendo críticas e oposição por sua postura séria e comprometida com o servidor, não tem se abalado, caminhando lado a lado com a categoria, ouvindo do trabalhador suas reais necessidades, lutando para quebrar velhos costumes no serviço público para facilitar a vida dos trabalhadores para que tenham respeito e sejam valorizados pelo importante serviço que executam na engrenagem que faz a máquina administrativa funcionar e atender a população com ela merece.

2013 é esperado com certa ansiedade pela categoria, pois ainda não se vislumbrou uma posição clara do novo alcaide com relação aos servidores. O Sindicato já encaminhou  várias reivindicações das categorias para o prefeito eleito, mas ainda não obteve nenhuma resposta. Como entidade representativa, o SISEM está preparado para o debate positivo, mas também para o embate e a mobilização, tudo em favor do servidor, esperando que o novo Executivo seja mais humano e veja o servidor como um forte aliado para promover as mudanças que pretende na sua administração, caminhando unidos por uma Campo Grande mais humanizada.

Sucessivos ganhos reais recuperam salários

Os servidores municipais conquistaram nos últimos três anos índices de reajustes acima da infração desde que a atual diretoria, presidida por Marcos Tabosa tomou posse. Tem sido uma gestão marcada pela recuperação salarial, proporcionando alívio e esperança, após sucessivos anos de perdas.

Já na primeira negociação em 2010, o sindicato conquistou para a categoria, um ganho real de 63,5%. A inflação do período, tinha sido de 5,91% e o SISEM conseguiu 9,67%, iniciando desta forma, a recuperação salarial, melhorando a auto-estima de todos.

Em 2011, a negociação não foi tão boa quanto se esperava, mesmo assim, o sindicato continuou avançando na recuperação salarial, emplacando um ganho real de 41,3%. A inflação do período foi de 5,31% e o sindicato conseguiu 7,50%.

Mas em 2012, no vigor de sua capacidade de organização e representação, o SISEM foi para a mesa de negociação disposto a avançar muito e conseguiu o incrível reajuste de 122% de ganho real. A inflação do período foi de 6,36% e o índice conquistado foi de 14,13%.

O último reajuste foi a prova inequívoca de que o sindicato vem caminhando na direção da recuperação salarial e com isso melhorando substancialmente a vida dos servidores municipais. «Foi o maior reajuste dos últimos 7 anos», comemora o presidente do SISEM.

Além dos índices sempre superiores aos da inflação e em relação ao salário mínimo, muitas categorias tiveram um ganho extra e gratificações em função de atividades específicas em até 100% do salário-base. Outro ponto considerado crucial para os trabalhadores que o SISEM começou a discutir nesta gestão, foi a implantação do Plano de Cargos e Carreiras, algo reivindicado há duas décadas e que já está em fase de estudo pelas comissões da qual participa servidores escolhidos pelo sindicato.

SISEM faz proposta de trabalho para os Agentes Comunitários de Saúde

Em reunião realizada na SESAU – Secretaria Municipal de Saúde, no dia 23, o Sindicato dos Servidores Municipais de Campo Grande – SISEM, apresentou uma proposta de trabalho para os Agentes Comunitários de Saúde.

Na reunião participaram o secretário de Saúde, Leandro Mazina Martins; o vice-prefeito Edil Albuquerque; o presidente do SISEM, Marcos Tabosa; Pedro Felix e Oscar Mendes, membros da diretoria e o corpo técnico da SESAU para estudar a proposta encaminhada pelo sindicato. A proposta apresentada pelo sindicato consiste em cumprimento por metas.

A pedido do Executivo, SISEM intermedia reunião com Agentes de Saúde Pública e Controle de Endemias

Para resolver o impasse da paralisação dos Agentes de Saúde Pública e Agentes de Controle de Endemias, amparados por um sindicato fictício, o prefeito Nelson Trad Filho, pediu que o SISEM – Sindicato dos Servidores Municipais, intermediasse a reunião, ocorrida no dia 20 de março na Secretaria Municipal de Saúde e apresentasse uma solução para ser analisada, colocando fim a uma situação que já perdura por meses.

Com a presença do Secretário de Saúde – Dr. Leandro Mazina Martins; Dra. Júlia Maksoud Brazuna – Coordenadora da Coordenadoria de Controle de Zoonoses; Alcides Divino Ferreira – Chefe de Serviços de Controle de Vetores; Presidente do SISEM, Marcos Tabosa; Oscar Mendes – Tesoureiro Geral do SISEM; Pedro Felix – Delegado de Base e o Sr. Amado Cheikh representante do grupo de servidores que estavam em greve. Fizeram parte da reunião técnicos do Centro de Controle de Zoonozes e da SESAU, onde foram discutidos os itens reivindicados pelos Agentes de Saúde Pública – ASP e Agentes de Endemias por ocasião do movimento grevista, ficando acordado que os técnicos do SISEM se reunirão com os técnicos da SESAU para tentar uma solução definitiva, terminando com o impasse reivindicatório.

SISEM realiza assembléia geral com os Agentes Comunitários de Saúde

Na assembléia, ocorrida no Clube União dos Sargentos, servidores autorizaram o sindicato a entrar com ação judicial coletiva contra o município pelo adicional de Insalubridade e Periculosidade

Uma histórica assembléia geral, realizada pelo SISEM com os Agentes Comunitários de Saúde, no último dia 30, no Clube União dos Sargentos, trouxe novos desdobramentos na luta sindical por melhores salários e boas condições de trabalho para o pessoal da saúde, que há muito tempo luta pelo adicional de periculosidade e insalubridade, além adequar o trabalho dentro das metas estabelecidas.

Esperançosos em ver finalmente resolvida essa situação, centenas de agentes comunitários compareceram à assembléia para ouvir o andamento das negociações que o SISEM está fazendo junto ao Executivo e autorizar o sindicato a impetrar com ação judicial coletiva contra o Município de Campo Grande para garantir que esses direitos sejam repassados.

Dispostos a lutar por esses direitos, os servidores da Saúde outorgaram ao sindicato, de forma individual, uma procuração que autoriza o seu representante sindical à representá-los judicialmente por esse importante benefício na sua atividade funcional.

Além de autorizar o sindicato fazer a interposição judicial, os agentes comunitários deram total e irrestrito apoio às propostas do sindicato para adequar, de forma justa e coerente, o trabalho executado por esse servidor em favor da sociedade campograndense.

Aproveitando a oportunidade em que repassava as informações sobre o andamento das negociações com o Executivo, o presidente do SISEM, Marcos Tabosa cobrou maior participação dos servidores da Saúde, com vista ao fortalecimento da categoria na conquista de mais benefícios. “Somente com união e participação de todos, seremos ouvidos em nossas necessidades. O Executivo não negocia com meia dúzia de pessoas, nem com sindicato fantasma, que não tem força, muito menos representação sindical. Ele só negocia com entidade séria e organizada e isto estamos fazendo”, argumentou Tabosa.